Arquivo de maio \31\UTC 2012

Meu branding é melhor que o seu

Já tinha visto esse vídeo no Youtube. Não me recordo o número de visualizações, mas sei que é estrondosa. Mas aonde eu quero chegar  mostrando esse vídeo para vocês, não é apenas na quantidade de acessos. É a possibilidade de  inúmeras oportunidades que uma empresa pode utilizar para melhorar seu branding através da Internet. Claro que o Itaú contou com a sorte do conteúdo do vídeo ser semelhante à mensagem que eles gostariam de transmitir.
Não podemos negar que o Itaú conta com uma comunicação organizacional eficiente e muito bem resolvida. Ele conversa com vários nichos ao mesmo tempo, e isso não necessariamente precisa ser em forma de anúncio (pra quem acha que a publicidade é limitada apenas na criação de anúncios).
Outra curiosidade, é que o vídeo segue todos os conceitos do Storytelling, uma narrativa naturalmente construída por uma situação: começo meio e fim. Mais, mas que isso temos uma transformação, no caso do vídeo, quando ela descobre que vai à Disney. É nessa hora, que criamos vínculos com o Itaú. É ver, que aquela felicidade só foi possível com o investimento de seus pais. Mensagem: se você investir (virar nosso cliente), é possível construir e reservar a sua felicidade e a do seus filhos.
Com tudo isso aprendemos, que a Internet, pra quem sabe utiliza-lá só tem a acrescentar. Que fica muito mais fácil envolver o consumidor, quando contamos uma história que tenha uma transformação. E que o Itaú tá dominando o mundo.

Marketing Político Digital

Este ano teremos eleições e o marketing político digital brasileiro deverá ter mais um momento de teste. Em termos de ações políticas na web, nas últimas eleições vimos muita tecnologia, mas em termos de marketing político digital tivemos poucas ações de destaque. Quando pensamos em marketing político digital estamos pensando em ações específicas para essa mídia e não inserções inconsequentes nesta área. O que se viu na eleiçãopassada, salvo honrosas exceções, foi muito improviso e pouco estratégia em termos de ações de marketing político na Internet. A expectativa é que nas eleições municipais do ano que vem essa tendência se inverta e passemos a ver campanhas políticas digitais mais bem estruturadas.

O que é marketing político digital

marketing político digital é a união das ferramentas de marketing online com as ações tradicionais de marketing político. É a adaptação da campanha política tradicionais para os meios digitais. A Internet possui meios e técnicas próprias de divulgação e até mesmo de abordagem. Por isso, é necessária a inserção da campanha política, de forma técnica e madura, dentro desse novo ambiente. Não basta simplesmente criar um perfil no Twitter ou página no Facebook e achar que estamos diante de uma campanha de “marketing político digital”. Uma campanha de marketing político digital é muito mais que isso. O merdadeiromarketing digital eleitoral envolve engajamento e participação por parte dos políticos.

Para os acostumados com as campanhas políticas eleitorais tradicionais, o ingresso do mundo das eleições na internet é uma experiência completamente nova. O ambiente é novo, as ferramentas são bem diferentes, e até mesmo a abordagem do eleitor digital é completamente diferente. Não se pode pensar em campanha política na internet como simplesmente um outros lugar para divulgar as peças feitas para a campanha tradicional. Tudo deve ser adaptado e remodelado para esse novo ambiente da disputa eleitoral que é a web.

A verdade sobre o marketing político digital

As próximas eleições municipais servirão como balizamento para as ações de marketing político online no Brasil. A experiência do ano passado valeu como ensaio, mas acreditamos que nas eleições municipais de 2012 teremos um novo cenário. As equipes de marketing político aprenderam muito nas últimas eleições – ou pelo menos deveriam ter aprendido. Oscandidatos que não deram a devida atenção para suas campanhas na internet pagaram muito caro pelo erro e desta vez, os partidos políticos já orientam seus mais fortes candidatos para não ignorarem o poder da Internet. Nos Estados Unidos os eleitores já anunciaram que esperam ver os candidatos no Facebook explicando suas plataformas.

Não se enganem os políticos e seus assessores, essa campanha municipal vai mudar a forma de se fazer marketing político online no Brasil e será um ensaio para a campanha de 2014 que deve ter na internet seu maior palco de disputa. Portanto, ficar fora do ambiente político digital, será um erro não somente para estas eleições, como também para eleições futuras. O marketing político eleitoral digital veio para ficar.

As ferramentas do marketing político digital

Uma das principais mudanças provocadas pela internet foi o nivelamento das pessoas em termos de tecnologia. As ferramentas para criação de campanhas de marketing político digital estão a disposição de todos os participantes, do candidato mais humilde ao mais abastardo. O planejamento e execução das ações desempenhará um papel fundamental no sucesso dessas campanhas. Não se trata simplesmente de criar perfis em redes sociais e blogs. Marketing político nas mídias sociais é muito mais que isso. Trata-se de gerir de forma profissionais esses recursos e mediar o resultado de cada ação. Trata-se de ter um verdadeiro plano de marketing político digital.

Se você está pensando em simplesmente trazer a sua campanha política tradicional e reproduzi-la no ambiente web, esqueça. Isso não é marketing político digital.

Fonte: Curso de e-Commerce

Google prevê extinção do banner e sobrevida ao mobile

O Google publicou um relatório no qual revela o que funciona e o que perde espaço no mundo da publicidade digital. O chamado “Display Business Trends: Publisher Edition” foi anunciado nesta terça-feira, 29, por meio do blog DoubleClick.

O Display Business Trends decretou a quase extinção do banner 468×60, o “full banner”, que agora representa apenas 3% da publicidade digital do Google. O ponto alto é o boom de crescimento da propaganda no meio mobile. “As publicações mobile nas plataformas Ad Exchange e AdSense aumentaram 250% do terceiro para o quarto trimestre de 2011”, informa o documento.
“Com a evolução da indústria de display, estamos descobrindo e analisando tendências que mostram oportunidades e meios para crescer. […] Ajudamos os editores a irem em direção ao sucesso mostrando as novidades presentes na indústria e  publicando dados de benchmark”, afirma o comunicado. O texto explica que este é o primeiro de uma série de relatórios que irão agregar informações e soluções globais para a publicidade gráfica.
O Google irá realizar um Livestream no dia 5 de junho durante o qual irá debater o assunto e revelar os principais Insights da DoubleClick.
As informações são do The Next Web.
Redação Adnews

Música para o Findi

É old, mas é gold!

Bom final de semana a todos. 😉

Como nossos dados pessoais enriquecem gigantes digitais

Facebook e Google se apoiam quase no mesmo modelo econômico: quanto mais se sabe sobre os gostos e inclinações dos usuários, mais dinheiro pode-se fazer com esses dados sem que o usuário tenha dado sua permissão para tanto. É neste contexto que a associação Internet sem Fronteiras propõe a criação de um e-sindicato para defender os direitos dos usuários do Facebook e de outros gigantes digitais que espiam cada um de nossos clics para convertê-los em ouro. O artigo é de Eduardo Febbro.

Eduardo Febbro – Paris

Paris – Qual é o terceiro país do mundo em população e o que mais espia seus cidadãos? A resposta cabe em um território virtual: Facebook. Com seus 900 milhões de usuários registrados, se o Facebook fosse um país seria o terceiro do mundo, logo depois da China (1,34 bilhões) e da Índia (1.17 bilhões de habitantes). Esta demografia virtual faz do Facebook um território de participação voluntária no qual os usuários entregam sua intimidade com toda inocência sem ter plena consciência do quanto estão se expondo nem do gigantesco capital que os usuários estão aportando à empresa fundada por Marc Zuckerberg.

Criado há apenas oito anos, o Facebook tem um valor estimado em Bolsa de 104 bilhões de dólares. É maior que a Amazon (98 bilhões), vale quase três vezes mais que a Ford Motors (38 bilhões de dólares), mas menos que o Google (203 bilhões) e a Apple (495 bilhões).

Do mesmo modo que Google e outros gigantes da rede, Facebook deixou de ser a simpática “startup” criada no campus de Harvard. É um predador de dados, um aspirador universal de publicidade, um autêntico serviço de inteligência que se serve de cada informação deixada pelos usuários para fazer dinheiro com ela.

Todas as cifras relacionadas ao Facebook são imperiais: com 169 milhões de usuários, os Estados Unidos contam com o maior número de membros. Em segundo lugar vem a Índia com 51 milhões, o Brasil com 45 milhões e o México com 20. Mais de 300 milhões de fotos são publicadas a cada dia no Facebook e cerca de 500 milhões de pessoas acessam a rede social utilizando dispositivos móveis. No entanto, o qualificativo de “rede social” está longe de coincidir com a realidade. Como observa Archippe Yepmou, presidente da associação Internet sem fronteiras (ISF) (www.internetsansfrontieres.com), o valor do Facebook na bolsa “repousa no abuso de nosso direito ao controle de nossos dados pessoais”.

O peso do Facebook é proporcional ao grau de intimidade que revelamos com nossas conexões. Facebook e Google se apoiam quase no mesmo modelo econômico: quanto mais se sabe sobre os gostos e inclinações dos usuários, mais dinheiro pode-se fazer com esses dados sem que o usuário tenha dado sua permissão para tanto. É neste contexto que a associação Internet sem Fronteiras propõe a criação de um e-sindicato, com o objetivo de defender os direitos dos usuários do Facebook e de outros mastodontes digitais que espiam cada um de nossos clics para convertê-los em ouro.

Antonin Moulart, membro da associação, diz que “a ideia de um sindicato eletrônico aponta para o estabelecimento de uma relação de força com a empresa do senhor Zuckerberg para que ele entenda que temos direito a decidir sobre nossas informações pessoais”. O paradoxo Facebook é imenso: tornou-se uma ferramenta de intercâmbio com alcance planetário, mas sua aparente inocência atrai adeptos que prestam voluntariamente a uma violação impensável de sua vida privada.

Archippe Yepmou revela, por exemplo, que “nossas agendas são scaneadas pelo Facebooh através do nosso telefone celular e de nosso correio eletrônico. A empresa procede também a uma identificação biométrica que permite ao Facebook reconhecer logos e rostos das fotos sem que o contribuinte tenha dado sua autorização explícita para isso. A ideia do e-sindicato quer impor um mediador entre as pessoas e esse roubo da intimidade. A solução mais simples seria não se inscrever no Facebook, mas sua necessidade, real ou imaginária, já é um fato consumado. Neste sentido, a associação Internet sem Fronteiras reconhece que “a posição monopólica do Facebook fez da empresa um espaço de socialização obrigatório para toda ou uma parte da população”. Ingressamos neste espaço virtual-social como ovelhas pacíficas enquanto o lobo estava à espreita.

Reparar o erro requer uma consciência universal do valor estratégico e comercial de nossos dados pessoais assim como de nosso direito de nos opor a que sejam comercializados. Mas essa consciência está longe, muito longe de ter sido formada. A capitalização dos dados pessoais está perfeitamente quantificada no valor do Facebook. Não são suas máquinas ou seu programa a fonte de sua riqueza, mas sim nossa intimidade. O ingresso do Facebook na bolsa inaugura outra fase perigosa: “o modelo econômico da empresa baseado na exploração comercial da vida privada vai empurrar o Facebook em outra direção ainda mais intrusiva e ameaçadora da liberdade”, diz a ISF. O Facebook é um autêntico estômago de dados cujo destino, em grande parte, desconhecemos.

O contra-poder frente o Facebook e outros sugadores de dados planetários existe: é, por enquanto, tímido, mas real. Eletronic Frontier Foundation, Internet sem Fronteiras, a muito oficial CNIL (Comissão Nacional de Informática e Liberdades, da França), o Controlador Europeu de Proteção de Dados (CEPD), o Europa versus Facebook, são alguns dos organismos oficiais ou não governamentais que discutem a maneira de construir um muro legal entre os cidadãos e empresas como Facebook ou Google, que lucram com nossa vida. Serão necessários, porém, muitos anos para que os usuários passem à ação e tomem consciência dos níveis de exposição a que estão submetidos quando, sem nenhuma garantia de privacidade, sobem uma foto, manifestam um gosto musical ou a preferência por uma ou outra marca.

Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Carta Maior

Marketing promocional vai dobrar de tamanho até 2016

A meta de expansão e outras informações do setor foram consolidadas por um grupo de empresas privadas associadas à Ampro.

“As agências de marketing promocional viviam soltas, sem identidade”, afirma Mansano

A área de marketing promocional, que no ano passado faturou cerca de R$ 40 bilhões, está com boas perspectivas para os próximos quatro anos, segundo Kito Mansano, presidente da Associação de Marketing Promocional (Ampro).

“O mercado brasileiro vai crescer 50% até 2016”, diz ele.

A meta de expansão e outras informações do setor foram consolidadas por um grupo de empresas privadas associadas à Ampro, que acaba de tirar do forno o Anuário de Marketing Promocional do país.

Entre os dados que chamaram a atenção da associação, que concentra 350 agências e foi criada há 19 anos, está o crescimento de 600% do mercado de lá para cá.

O livro foi lançado às 10 horas da manhã desta quarta-feira (23/5), em São Paulo, e terá a tansmissão em tempo real via streamming pelo portal.

O anuário terá uma tabela referencial de preços dos serviços prestados por cerca de 2,5 milhões de profissionais indiretos no país, incluindo trabalhos em eventos, campanhas promocionais ao consumidor, ações nos pontos de vendas, entre outras atividades, o que, segundo Mansano, será uma das estratégias para a formalização da profissão.

“Já está em tramitação no senado um projeto de lei para regulamentar a profissão de promopublicitário, em virtude da chegada dos grandes eventos ao país”.

Segundo o especialista, o objetivo da publicação também vai de encontro ao amadurecimento do setor.

“As agências de marketing promocional viviam soltas, sem identidade”, afirma.

E não é apenas nos números que a área ganha destaque. No 5º Congresso Brasileiro da Indústria de Comunicação, que será realizado em São Paulo na próxima semana, haverá um painel sobre o tema.

Brasil é o único país a fabricar preservativo sustentável

No Acre, na cidade de Xapuri, funciona há quase cinco anos a única fábrica de preservativos sustentáveis do mundo, chamada Natex, criada pela Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac). O trabalho da Natex é centrifugar o látex in natura, que é recebido do seringueiro, e produzir o preservativo. Ou seja, a indústria produz camisinhas sustentáveis e ainda estimula a produção local. O preservativo é gratuito e distribuído em postos de saúde espalhados pelo Brasil.

 A empresa gera 150 empregos diretos e 700 seringueiros da Reserva Extrativista Chico Mendes recebem dois salários mínimos (ganho maior que no mercado convencional) pela produção. Segundo dados do IBGE, a cidade de Xapuri possui cerca de 16 mil habitantes, dos quais 25% estão na zona rural.

O extrativismo representa 83% da renda familiar dos acreanos, que extraem mais de 6 milhões de toneladas da matéria prima todos os anos.  O que torna o Brasil um dos maiores produtores de látex do mundo.

O objetivo da empresa, que iniciou como um projeto do governo do estado do Acre em parceria com o governo federal, buscava alternativas para diversificação dos processos de industrialização de produtos extrativistas e, desta forma, valorizar o potencial florestal do Estado e as famílias que vivem na floresta. Além disso, visam desenvolver tecnologias para aumentar a competitividade dos produtos florestais, reduzir a importação de preservativos masculinos por parte do Ministério da Saúde, ampliar o parque tecnológico de produção de insumos de prevenção de doenças e expandir as ações das atuais campanhas de prevenção do Programa DST/AIDS.

A empresa gera 150 empregos diretos e 700 seringueiros da Reserva Extrativista Chico Mendes recebem dois salários mínimos (ganho maior que no mercado convencional) pela produção.Além do estímulo a produção local, a empresa fez com que fossem instaladas 200 unidades de saneamento básico, 170 kits de energia solar nas residências dos 24 seringais que participam do projeto, além da recuperação de ramais para o escoamento da produção e, reabertura de varadouros (caminhos que levam a áreas de produção).

A usina de centrifugação da Natex é a única da América Latina que possui a certificação ISO 9001 (selo de qualidade) e produz cerca de 100 milhões de camisinhas por ano. O trabalho é resultado de inúmeras pesquisas, sempre com foco no uso responsável dos recursos naturais da floresta, respeitando o meio ambiente.

Fonte: Consumidor Moderno

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