Varejo. É melhor deixar pra quem entende do assunto.

No varejo, devido seu intenso dinamismo, requer que o lojista tenha atenção redobrada para não cometer erros das quais podem impactar diretamente no negócio. Não importa o tamanho da loja, o empresário precisa assumir uma postura cautelosa e pensar estrategicamente ao iniciar um negócio.

As principais falhas estão ligadas à estruturação, como definição de estratégias e de funções, que geralmente não são esclarecidas a todos os envolvidos. Muitos varejistas não dão valor ao plano de negócios, etapa crucial na estruturação de um negócio que contém todos os aspectos relacionados à empresa, como produtos oferecidos, público-alvo, operacionalização, questões jurídicas e tributárias. O capital de giro, verba necessária para fazer com que a empresa funcione e pague suas despesas, também é um ponto que costuma ser esquecido ou confundido com o investimento inicial.

Em toda empresa, é necessário avaliar os indicadores de desempenho. Após implantar um método de avaliação, é possível analisar o desempenho das ações e determinar meios de melhorar o negócio. Mas o lojista não pode descuidar dessa ferramenta, pois a possibilidade de perder informações preciosas para o desenvolvimento do negócio no qual investe.

Uma falha comum é não definir com precisão os cargos oferecidos pela empresa. A descrição de forma detalhada promove uma identificação entre o funcionário e a empresa, algo que favorece a produtividade. Outro erro recorrente relacionado à equipe de um negócio de varejo é não avaliar o desempenho dos funcionários. Analisar esse aspecto e valorizar os pontos fortes da equipe ajuda a minimizar custos e tempo quando é necessário fazer novos processos seletivos.

Há varejistas que não se preocupam em conhecer o perfil de seus clientes e perdem a oportunidade de atingir o público-alvo de forma assertiva. Saber do que eles gostam, a frequência com que vão à loja e a qual grupo pertence, favorece a consolidação da empresa no mercado.

Outra ferramenta muito importante que comumente é desconsiderada pelo varejista, é a Curva ABC, que dá uma visão geral do andamento das vendas, e por meio dos resultados dessa análise, é possível verificar o giro de itens no estoque, o nível de lucratividade e quais produtos são mais importantes para o negócio.

No que tange ao marketing, não é porque o empreendimento é de varejo que ele não precisa ser divulgado de forma estratégica. Um estudo detalhado do mercado, das potencialidades da empresa, dos clientes e da concorrência deve formar a base de todas as ações de marketing, onde a etapa seguinte, que costuma ficar pendente, é a avaliação dos resultados obtidos após uma ação. Somente com ela é possível apontar acertos e erros.

E por fim, um dos erros mais comuns e também mais importantes, é pensar que loja de varejo significa um ambiente confuso e desorganizado. O empreendedor precisa estar consciente de que o cliente exige algumas facilidades na hora da compra. A divisão de itens por seções e o alinhamento dos produtos trazem sensação de conforto, fazendo com que os compradores sintam-se mais à vontade para circular pela loja e comprar mais.

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