Arquivo de dezembro \20\UTC 2011

Dissimulação não. Em 2012 estaremos com você.

boas festas.

A economia mundial

A economia mundial enfrenta uma fase “muito perigosa”, disse nesta terça-feira a diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, advertindo durante um encontro na Nigéria sobre as possíveis consequências da crise da zona do euro nos países mais pobres.

“Atualmente a economia mundial se encontra em uma conjuntura muito perigosa”, disse Lagarde, que citou entre os fatores mais preocupantes a crise de confiança dos mercados, os altos índices de desemprego e uma desaceleração geral do crescimento.

Lagarde já havia advertido que “o que está acontecendo nas economias desenvolvidas, particularmente na Europa, é uma preocupação para qualquer um em todo o mundo”, ao desembarcar na Nigéria, a nação de maior população na África e maior produtora de petróleo do continente.

Enquanto isso, na Europa, continua a briga contra a crise. Os países membros da zona do euro reforçaram o arsenal anticrise, canalizando 150 bilhões de euros para o FMI ao mesmo tempo em que o BCE (Banco Central Europeu) aumentou seu apoio para os mercados de títulos.

Quatro países que não usam a moeda única também se comprometeram a contribuir com o FMI na empreitada, mas o Reino Unido se recusou a seguir o exemplo. Com isso, as autoridades não conseguiram alcançar a meta de 200 bilhões de euros para aliviar a crise da dívida na região.

A diretoria-gerente do FMI, Chistine Lagarde, Fala em evento do Departamento de Estado dos EUA

O Reino Unido disse que vai “definir a sua contribuição” no início de 2012, de acordo com um comunicado conjunto dos ministros das Finanças da UE (União Européia).

Ao mesmo tempo, a Alemanha continua a se opor a uma decisão anterior de aumentar o limite de 500 bilhões de euros em ajuda de emergência aos países em risco de entrar em default (suspensão de pagamentos). Os líderes europeus planejam resolver tal questão até março.

Ainda assim, a infusão do FMI e o salto em compras de títulos do BCE indicou que a Europa está empunhando mais dinheiro em vez de depender apenas de cortes nos orçamentos nacionais para reconquistar a confiança dos mercados.

Os ministros das Finanças da UE concordaram na noite passada em aumentar os recursos do FMI em cerca de 170 bilhões de euros, mas a recusa britânica de fornecer uma quantia antecipada de 30 bilhões de euros atrapalhou a meta estabelecida de chegar a 200 bilhões.

O acordo tem o intuito de fornecer poder de fogo adicional para o FMI no combate à crise da dívida na zona euro, e marcou pela segunda vez em dez dias o afastamento de Londres em relação a uma ação conjunta européia para enfrentar a situação.

“Esses recursos vão aumentar a capacidade do FMI para cumprir suas responsabilidades sistêmicas de apoiar seus membros e sua unidade, o que é especialmente importante dada a desaceleração econômica em curso e as tensões nos mercados financeiros”, disseram os ministros em um comunicado.

Fonte: Folha de São Paulo

 

Oren Lavie

Quer Inspiração? Lá vai: Músico, compositor e diretor teatral.

Reflexão: um momento mágico.

Se antes o Beco do Pinto era apenas uma passagem (a principal ligação entre o centro urbano, concentrado em torno do Pátio do Colégio), agora o lugar se transformou num espaço para reflexão. Tudo por conta da intervenção da artista Laura Vinci.
“No Ar” usa um sistema de vapores que sai do chão, formando uma névoa e convida os espectadores a pensarem sobre a passagem do tempo.

“Por um instante, na verdade precisos 3 minutos, nossa visão é surpreendida e perturbada por esse ar úmido que sai magicamente do solo, como uma bruma que vem direto do passado e materializa metaforicamente a singularidade do conjunto arquitetônico. O som, por sua vez, nos lembra da existência de um rio que teria, em algum momento da história desse lugar, feito parte de sua paisagem natural”. Diz Taisa Palhares, pesquisadora em história da arte na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Para visitar:

Rua Roberto Simonsen, 136-B Centro, São Paulo

Terça a domingo, das 9h às 17h
Telefone             (11) 3106-5122

Varejo. É melhor deixar pra quem entende do assunto.

No varejo, devido seu intenso dinamismo, requer que o lojista tenha atenção redobrada para não cometer erros das quais podem impactar diretamente no negócio. Não importa o tamanho da loja, o empresário precisa assumir uma postura cautelosa e pensar estrategicamente ao iniciar um negócio.

As principais falhas estão ligadas à estruturação, como definição de estratégias e de funções, que geralmente não são esclarecidas a todos os envolvidos. Muitos varejistas não dão valor ao plano de negócios, etapa crucial na estruturação de um negócio que contém todos os aspectos relacionados à empresa, como produtos oferecidos, público-alvo, operacionalização, questões jurídicas e tributárias. O capital de giro, verba necessária para fazer com que a empresa funcione e pague suas despesas, também é um ponto que costuma ser esquecido ou confundido com o investimento inicial.

Em toda empresa, é necessário avaliar os indicadores de desempenho. Após implantar um método de avaliação, é possível analisar o desempenho das ações e determinar meios de melhorar o negócio. Mas o lojista não pode descuidar dessa ferramenta, pois a possibilidade de perder informações preciosas para o desenvolvimento do negócio no qual investe.

Uma falha comum é não definir com precisão os cargos oferecidos pela empresa. A descrição de forma detalhada promove uma identificação entre o funcionário e a empresa, algo que favorece a produtividade. Outro erro recorrente relacionado à equipe de um negócio de varejo é não avaliar o desempenho dos funcionários. Analisar esse aspecto e valorizar os pontos fortes da equipe ajuda a minimizar custos e tempo quando é necessário fazer novos processos seletivos.

Há varejistas que não se preocupam em conhecer o perfil de seus clientes e perdem a oportunidade de atingir o público-alvo de forma assertiva. Saber do que eles gostam, a frequência com que vão à loja e a qual grupo pertence, favorece a consolidação da empresa no mercado.

Outra ferramenta muito importante que comumente é desconsiderada pelo varejista, é a Curva ABC, que dá uma visão geral do andamento das vendas, e por meio dos resultados dessa análise, é possível verificar o giro de itens no estoque, o nível de lucratividade e quais produtos são mais importantes para o negócio.

No que tange ao marketing, não é porque o empreendimento é de varejo que ele não precisa ser divulgado de forma estratégica. Um estudo detalhado do mercado, das potencialidades da empresa, dos clientes e da concorrência deve formar a base de todas as ações de marketing, onde a etapa seguinte, que costuma ficar pendente, é a avaliação dos resultados obtidos após uma ação. Somente com ela é possível apontar acertos e erros.

E por fim, um dos erros mais comuns e também mais importantes, é pensar que loja de varejo significa um ambiente confuso e desorganizado. O empreendedor precisa estar consciente de que o cliente exige algumas facilidades na hora da compra. A divisão de itens por seções e o alinhamento dos produtos trazem sensação de conforto, fazendo com que os compradores sintam-se mais à vontade para circular pela loja e comprar mais.

Retrospectiva do cinema 2011

Fim de ano, época de retrospectiva em tudo quanto é segmento. Com o cinema também é assim, e todo ano diversos vídeos reúnem os lançamentos mais importantes dos últimos 12 meses.

O clipe abaixo mostra trechos de 166 filmes diferentes lançados em 2011. Uma boa lista para você anotar o que perdeu e assistir antes que o ano acabe.

Ou você inova ou você inova

Tem sido muito comum alguns pretensos gurus  da criatividade e inovação declararem que somente a criatividade importa e que não há mais espaço para a melhoria contínua. Por ignorância ou simples oportunismo, tentam sepultar outras técnicas de melhoria da qualidade como obsoletas, repetindo: Só a criação importa, ou crie ou fique fora.

De fato, hoje as empresas enfrentam um imperativo de mudança, como nunca enfrentaram no passado.

A inovação se tornou uma competência essencial, pois o ciclo de vida de processos, produtos e serviços encolheu. Contudo, isto não significa que a melhoria contínua se tornou dispensável. Mesmo nos ciclo de vida curta há necessidade permanente de ações para corrigir deficiências e realizar melhorias para se retirar o máximo proveito do produto, ou mesmo prolongar sua vida útil. Criar é importante, mas fazer mais com menos será sempre essencial para tornar as novidades mais lucrativas e competitivas.

Nem todos os setores do mercado requerem criações frequentes. Às vezes, simples melhorias são suficientes para manter o produto competitivo e lucrativo por algum tempo, ou mesmo para ganhar uma sobrevida enquanto se trabalha em prol de sua melhoria. Um ponto importante é saber reconhecer quando o produto atingiu sua obsolescência e as melhorias não conseguem mais agregar valor para os clientes. Este é o momento da inovação, da substituição do velho pelo novo.

A literatura sobre gestão da qualidade se mantém virtualmente silenciosa sobre a inovação e suas ferramentas. Alguns livros e cursos sobre a gestão da qualidade se limitam a mencionar a necessidade de solucionar problemas complexos sem acrescentar qualquer orientação prática sobre suas técnicas e ferramentas. Há uma vasta literatura sobre inovação oferecendo orientações sobre as ferramentas que podem ser muito úteis aos profissionais da gestão da qualidade e melhoria contínua.

As empresas, e seus clientes, podem ser muito beneficiados pelo melhor entrosamento entre melhoria contínua.

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