Arquivo de janeiro \31\UTC 2011

Hoje em dia ser TT no Twitter já não é mais assim uma “Brastemp”

Ainda há quem duvide do poder de compartilhamento das redes sociais? As marcas hoje em dia devem ter ainda mais cuidado na maneira com que atendem seus clientes. Seu Oswaldo Borelli que o diga! Ele foi resposnável por elevar a marca Brastemp ao TOP TRENDs do Twitter de sexta pra cá. Antes fosse pela qualidade de seus serviços, atendimento ou qualquer outra coisa, mas não. Após diversos problemas com sua geladeira e as várias tentativas de solucionar o problema via SAC Borelli desistiu de esperar. Criou um vídeo relatando sua indignação e o histórico do caso e utilizou as redes sociais para divulgar seu sofrimetno. A repercussão foi tão grande que a marca de geladeiras ocupou as paradas de sucesso na internet.

Assista o vídeo e entenda o que aconteceu com o seu Oswaldo.

Pelo Twitter, Borelli afirmou que a nova geladeira foi entregue três dias após a publicação do vídeo. “Nós consumidores unidos, com a ajuda da internet, somos uma força imensurável”, declarou. E está certo! Hoje, mais do que nunca, as pessoas tem nas mãos o poder de exaltar ou crucificar uma marca ou instituição. Há quem se utiliza bem das redes sociais para desenvolver seu branding, porém tem quem é traído pela penetração que elas possibilitam.

Fica ai a lição!

Quando usar CAIXA ALTA ou baixa?

O uso de caixa baixa ou alta, também chamado de minúsculas e maiúsculas, é um recurso de comunicação tanto em redação como em design.

Historicamente os tipos em caixa alta surgiram primeiro, sendo utilizados nas inscrições em pedra. Posteriormente, com o uso do papiro e desenvolvimento da caligrafia os tipos minúsculos passaram a ser mais comum, devido à maior facilidade da escrita corrida e de leitura. A caixa alta passou a ser utilizada nos inícios das frases, capítulos (Daí vem o Caps Lock) e para dar destaque, em nomes por exemplo.

Até hoje, isso pouco mudou, a caixa baixa continua sendo o modo mais comum e correto para se escrever. Isto é devido ao maior contraste entre cada letra, e quanto maior a diferenciação entre elas, maior a facilidade de leitura, além de deixarem o texto com um aspecto mais clean, afinal elas ocupam menos espaço do que a caixa alta para se dizer a mesma coisa.

O maior contraste de formas e tamanhos da caixa baixa facilita o processo de reconhecimento de cada letra pelos nossos olhos.

Mas nem tudo está perdido para caixa alta, até na comunicação mais informal da internet os usuários já sabem como utilizá-la para dar destaque, tanto que alguns dizem que escrever em caixa alta é como FALAR ALTO OU GRITANDO! E mais do que isso, o fato de a caixa alta formar um bloco em uma composição de tipos, também é um recurso estético na publicidade, e quando se trata de títulos, nomes de marcas e outras expressões curtas não há grandes problemas quanto à “leitura mais difícil”, logo, vale a pena utilizá-la de vez em quando.

Por Rafael Golgatti


Grammy 2011: conteúdo, app, geosocial… Tem até música!

A 53 ª edição do  Grammy Awards acontecerá em Los Angeles, no Staples Center, domingo dia 13 de fevereiro de 2011. Na campanha deste ano, que traz a assinatura “Music Is Life Is Music”, a The Recording Academy resolveu unir música com o geolocalização.

Por meio do aplicativo MusicMapper (muito bom, diga-se de passagem)  você pode relacionar uma música a algum local específico, e deixar ali um comentário sobre a relação entre a música escolhida e o lugar. Opções de artistas não faltam.

O conceito de compartilhamento é um forte aliado na campanha. É a tendência em tudo que envolve inteligência web e redes sociais para os próximos anos. Sendo assim, esta estratégia não fica de fora. Na plataforma você pode ouvir um trecho da música marcada por outras pessoas e suas histórias, não importa em qual lugar do mundo. Além disto o app está integrado com o Facebook e Twitter. Vale a pena entrar e navegar um pouco.

Além de poder acessar os momentos registrados pelas pessoas, artistas indicados ao Grammy também irão compartilhar suas jornadas musicais, como Kate Perry dizendo como se infiltrou em um show do Radiohead uma vez, do qual ela obviamente não pagou ingresso para entrar.

Abaixo, um dos três filmes da campanha.

Confira a lista de indicados.

Os impressionantes números da internet em 2010

O maior fenômeno da vida moderna mostra sua face em 2010. O ano que passou foi um marco no estilo de vida das pessoas, empresas e principalmente dos profissionais ligados a publicidade. Entender o comportamento dos internautas é a base para que campanhas sejam um sucesso ou um fracasso absoluto.

A Pingdom, uma empresa sueca de monitoramento de sites, publicou em seu site um levantamento com dados de fontes diversas da web mostrando em números o que foi a internet em 2010. A revista Época filtrou os números mais relevantes a realidade brasileira e criou um belo infográfico.

Tire suas próprias conclusões:

Precisamos dar mais valor ao que temos em casa

Nos últimos anos o Brasil tem se tornado palco de grandes atrações internacionais, definitivamente entramos no circuito de turnês de artistas como, The Killers (2009), Joss Stone (2009), Jason Mraz (2009), AC/DC (2009), Coldplay (2010), Franz Ferdinand (2010), Black Eyed Peas (2010), Eminem (2010), Paul McCartney (2010) e já começou bem este ano com a Amy Winehouse.

Evoluções econômicas e redução da diferença cambial favoreceram os investimentos, mas ingressos caros não significa necessariamente que iremos apreciar grandes espetáculos, seja no quesito organização, produção ou até qualidade musical.

Vamos tomar como base o show da Amy, a grande atração de entretenimento deste começo de ano. Um show com previsão de 1h (que já é pouco) durou cerca de 30 ou 40 minutos, devido ao estado em que se encontrava a cantora. Mais do que isso, o repertório é apenas meio bom. Quantas músicas do ultimo álbum, Black to Black, você realmente gosta? E olha que o lançamento é de 2008.

O que defendemos é a valorização da música nacional. Existem tantos artistas aqui no quintal e que não tem a mesma repercussão que estas mega estrelas, seus espetáculos passam quase despercebidos. O mais engraçado é que são shows infinitamente mais baratos e em ótimas casas espalhadas pelas cidades. Mas infelizmente o que cai na boca do povo são escândalos musicais, como, funk proibidão, sertanejo e coisas do tipo (com todo respeito, claro!).

Faça um comparativo básico: Um show da Amy dura cerca de 40 min. e você não entra por menos de 200,00. A nova revelação da MPB, Maria Gadú, que ganhou tudo em 2010, principalmente lá fora, fez 2h e 44 min. na gravação de seu disco com a participação de Caetano Veloso, outro monstro sagrado da música brasileira. Isso sem contar os outros diversos músicos fabulosos como Gilberto Gil, Chico Buarque, João Bosco, Maria Rita, Paula Lima, Seu Jorge, Adriana Calcanhoto, Ana Carolina e Restart. Ops, esse último não rs!

Vamos dar mais espaço àqueles que trabalham duro, em um Brasil que joga no lixo seus artistas, para fazer um trabalho de qualidade. Não pensem que aqui só existem BBBs e bandinhas da moda (agora sim o Restart). Há grandes profissionais fazendo no exterior o sucesso que mereciam aqui dentro.

Tragédia destrói um berço da arte

Seria irônico imaginar que algum dia a casa do mestre Tom Jobim, berço da criação de “Águas de Março”, pudesse ser destruída pela chuva. Pois é, mas as águas de janeiro acabaram com um patrimônio “intelectual” da música popular brasileira.

A sequência de temporais que assolam a região serrana do Rio de Janeiro fizeram com que a construção histórica viesse abaixo. A casa onde o maestro Tom Jobim compôs diversas de suas obras primas, inclusive “Águas de Março”, já não existe mais. Ela desabou na última quarta (12) na cidade de São José do Vale do Rio Preto. O impressionante é que o neto de Tom, o pianista Daniel Jobim, testemunhou e registrou o momento em que as águas de março levaram tudo. “Eram 6h quando o rio começou a subir de uma forma assustadora. Tanto que, em apenas 2h, arrasou com tudo, subindo muitos metros.” diz Daniel.

É triste assistir o que descaso público somado a uma anomalia ambiental pode proporcionar. Ficam as lembranças, as músicas que jamais saíram de nossos repertórios e as memórias de um mestre que descansa em paz.  Pelo menos isto a chuva não pode nos tirar.

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Seja solidário com as vítimas do desdém público, contribua com o que puder. O que os desabrigados mais precisam no momento são roupas para bebês, para crianças, fraldas, mamadeiras, colchonetes, água e principalmente comida instantânea.

Locais para doações:

Cruz Vermelha

São Paulo

Endereço: Av. Moreira Guimarães, 699 – Indianópolis
CEP: 04.074-031 – São Paulo – SP.
Tel.: (11) 5056-8666

Rio de Janeiro

Endereço: Praça Cruz Vermelha, 10/12 Térreo Centro
CEP: 20.230-130 Rio de Janeiro – RJ.
Tel.: (21) 2508.9090

Para mais endereços acesse o link.

Nem tudo está perdido no caso Belas Artes

O tom mudou. Dias atrás, o cineasta e sócio proprietário do Belas Artes, André Sturm, imaginava que as retrospectivas Sucessos do Belas Artes e Clássicos Cult (que começam amanhã) seriam a despedida do cinema mais tradicional da cidade de São Paulo – que, até segunda ordem, fechará suas portas no próximo dia 27. Ontem, ao falar com o Jornal da Tarde, André Sturm estava bem mais otimista. “Ainda espero novidades. Muita gente está se mobilizando para que a gente reverta a situação. A Associação Paulista de Cineastas, por exemplo, já pediu o tombamento do imóvel. Quem sabe…”

Evelson Freitas/AE
Nos bastidores, a ideia de tombamento ganha força

A movimentação pró-Belas Artes tem ganhado aliados de peso. Sabe-se que o prefeito Gilberto Kassab já ligou para Sturm empenhando solidariedade. A causa do cinema também conta com a simpatia dos secretários de Cultura do Estado e do Município, respectivamente, Andrea Matarazzo e Carlos Augusto Calil.

Nos bastidores, a ideia de tombamento ganha força. O problema é que o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) ainda não está totalmente estruturado nesta nova gestão de Geraldo Alckmin. O tempo (ou a falta dele) pode ser um complicador. Além disso, dois protestos devem ocorrer nos próximos dias. Um deles no próximo sábado, às 17h, em frente ao cinema – que conta com o apoio dos funcionários do Belas Artes. O outro, dia 17, deverá ter como destino a casa do proprietário do imóvel, Flávio Maluf.

Enquanto o imbróglio continua, a pedida é acompanhar as retrospectivas e assistir ao que pode ser o último Noitão. A partir de amanhã, os cinéfilos terão dois horários especiais no Belas Artes. Às 18h30 serão exibidos os Sucessos do Belas Artes, e, às 21 horas, os Clássicos Cult. Os ingressos custam R$ 4. Amanhã, a partir das 23h50, tem o Noitão – com cinco filmes exibidos na sequência. “Selecionamos filmes que gostaríamos de ver exibidos no Belas Artes e os grandes sucessos do nosso espaço”, diz Sturm. O cinema fica na Rua da Consolação, 2.423. As informações são do Jornal da Tarde.

Nosso Social Media também tem suas opiniões sobre o assunto. Acesse o Blog do Alex.

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